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  • robsoncardoso9

Cursinhos e pandemia: alguns erros comuns!

O cursinho pré-vestibular da Esquema Pro, mantém você atento contra a procrastinação.


Seguindo os passos comuns da pandemia, as escolas começaram a priorizar o ensino remoto, o ensino híbrido, e com isso, as tecnologias invadem agora não mais as escolas, mas as casas, ou ao menos, deveriam. Sobretudo em medidas de contenção mais rígidas como fases emergenciais ou lockdown!

É assim que muitos coordenadores pedagógicos e diretores de instituições escolares, focando num modelo econômico, transferindo a responsabilidade para o professor, unicamente, e economizando na estrutura, montam "estratégias" para o processo de ensino-aprendizagem.

Bom, seremos diretos e certeiros: a Educação ainda "atual" pautada nos moldes industriais de sala e de ensino, seriadas, prédios fechados, individualistas, bem como o ensino orientado pelo estilo jesuítico, mostrando o modelo único, desconsiderando a diversidade já mostram o declínio e o destino letal que ela tem para muitos e terá para todos, se assim continuar! A pandemia comprova e aprofunda ainda mais as diferenças e a defasagem que ela provoca.


Vamos aos erros de agora, colocados em evidência pela pandemia:

* Não somos todos iguais: estamos no mesmo oceano mas não no mesmo barco! Assim, estudar em casa, com tempo, com energia e com dispositivos que promovem uma boa e justa atenção ao conteúdo. Assim, não só estar nutrido, dormir bem, ter relações saudáveis intrafamiliar, o estudante ainda precisa ter acesso aos meios eletrônicos, internet e áudio, para começar, a estudar e poder refletir sobre as matérias;

*Só se pode ensinar ou aprender, se houver laços: o professor não pode ser uma simples voz, ou um comum personagem online, pois não conhece o seu aluno, não se familiariza e não se relaciona, tornando-se um apresentador, youtuber e não necessariamente um influenciador. Com isso, aquele que consegue ter acesso às plataformas digitais do colégio, se torna comum, qualquer, podendo então, pesquisar em qualquer meio, não transformando informação em conhecimento;

*As aulas/módulos/atividades conforme dito na introdução do assunto servem ao sistema capitalista e não ao ser humano: não me entenda mal, o ensino atual molda pessoas para a indústria e não para a vida, o que não condiz com as condições estruturais psicológicas e muito menos pedagógicas! Já parou pra pensar porque 50 minutos? Porque lousa e giz? Pois é, não há acompanhamento e não se tem o aluno incluído no planejamento, ao contrário, o aluno é apenas a ponta, não se transformando em estudante;

*As plataformas de ensino são panfletos virtuais: já reparou que muitos dos seus amigos procuram vídeos no Youtube, baixam inúmeros materiais da internet e comentam em várias mídias sociais por justamente não incluírem a interação? Nisso, professores que muitas vezes entendem do assunto que lecionam, mas não sabem da tecnologia ou não têm tempo para as mídias sociais, não são treinados pela escola, ainda pior a escola, por não oferecerem o mínimo, excluem a interatividade tão moderna nos meios que realmente cativam, estimulam e promovem a socialização das ideias! No mais, as plataformas se tornam panfletos (estáveis e monótonos) online;

*Os alunos são gente: pois sem consciência coletiva de grupo, de cultura, de pertencimento, não há espaço para aprender ou ensinar! É preciso saber quem é o aluno, de onde ele vem, como ele vive e portanto, promover reuniões com pais e familiares, rodas de conversas, mentorias, chats, orientações psicológicas e tal, isto é, maneiras de não tentar descer uma aula, agora virtual, goela abaixo, como se nada estivesse acontecendo, como uma aula normal, num ambiente externo ao colégio, apenas exercícios, exercícios e vídeozinhos e não uma construção coletiva com o projeto político pedagógico desse novo contexto;

*Expectativas externas e provas comuns: as atividades e os professores estão (e não são) tão genéricos, tão simplistas e comuns, que nem mesmo desafiar os alunos, provocar reações (quaisquer que não seja desestimulá-los), que se você trocar um professor de uma escola para a outra, adivinhem, nada muda! Toca-se o barco sem nada mudar! Mas calma, a parcela maior da culpa não é do profissional que estudou, se preparou e aprendeu formas diversas de compartilhar ensinamentos! Agora, preocupam-se tanto com tabelas, gráficos, textos isso, estórias aquilo, que a decoreba se tornou o padrão.

*Formação formal com a formação pessoal: a escola hoje apenas reproduz o status quo da sociedade! Sim, não há intervenção para que a função da pedagogia e da pedagogia, possa fazer valer aquilo que o estudante traz em si! Já ouviu falar da "educação bancária"? Os atuais gestores (e não educadore) preocupam-se tanto com o desempenho, que esquecem que a formação não se dá apenas na escola! Onde estudam os alunos em casa? Sala, quarto, escritório? E pais que não estão em home-office? Os espaços fundem-se e a escola ainda não percebeu isto;


Resumindo: Contudo, amigos, somente se procuram soluções paliativas e não efetivas na raíz do problema! É preciso repensar a Educação, o que se ensina, como se ensina, o que queremos dos jovens e crianças que estão em formação! Mais um exemplo: aprendemos uma língua estrangeira desde o começo do ensino fundamental e na formação do ensino médio, a margem de sucesso para com ela, é mínima, para não dizer miserável.

Tornar-se estudante é o mínimo, quero dizer, ser mais que aluno e então, repensar os espaços, as condições sociais de quem chega, de quem frequenta estes espaços escolares, para que, junto aos professores, coordenadores, diretores e os envolvidos na comunidade escolar, possam ressignificar a instituição escolar, ser um sujeito de ação e não um mero produto ou mão de obra barata!

Na Esquema Pro, os alunos têm uma sala de estudos para refletirem, estudarem e praticar exercícios quando quiserem! Logo, o novo ensino médio que traz novas condições de ensino-aprendizagem, não considera tais mudanças e não as incorpora no vestibular! Isso faz a diferença!

O nosso cursinho pré-vestibular oferece uma sala de aula reduzida no tamanho, nos alunos e coloca o professor como o mediador entre o conhecimento e o aluno! Note, não tem atalho, prédio fantástico, mas pessoas! Pessoas fazem a transformação acontecer!

Quando se chega na Esquema Pro, uma cozinha com microondas, mesa, cadeiras, geladeira e pia para o estudante que vem do serviço diretamente, que saiu antes de casa ou qualquer outra coisa, pode esquentar, guardar e se alimentar quando quiser! Desta forma, a humanidade supera a empresa-escola.

Os profissionais da escola são pessoas que trabalham em suas áreas, permitindo a docência do que se vivem! São entusiastas da Educação e acreditam na função social dela. Em suma, estamos preparados para ajudar você no seu plano de ação e atitude de ser aprovado no Vestibular!


Mude e que a mudança aconteça junto com você! Seus planos de sucesso passam na Esquema Pro! O oceano nos faz comuns, nadar ou velejar nele, nos faz únicos!



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